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"Palavras dizem menos q um olhar"... (dica da Bá)





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Querida Solidão Das trevas nasce a melancolia Da alegria nasce a agonia Do amor surge a dor Da ilusão decepção Você é minha querida solidão Você é a luz em minhas trevas Minha querida solidão Da vida surge a morte Do meu amor por você Surge a rejeição Surge minha solidão Só vivo para sua vida alegrar Queria ser para você Tudo que se possa desejar Não queria ser para você Tudo que se possa rejeitar Do amor surge a dor Do sofrimento de minha alma Do sofrimento de meu amor Não posso ter mais calma Não posso viver da dor Não posso viver sem amor Não posso viver da dor... Crianças Crianças mortas Não sentem o gosto do amor Nem o sentido da vida Apenas sentem a dor De um dia viver em rejeição De um dia viver em solidão Aqui as paredes tem almas Elas me apertam Elas me rejeitam Crianças mortas Loucas por amor Pálidas de pavor Não sentem o gosto da vida Nem do amor Só sabem o gosto da rejeição E ninguém por mim sente nenhuma afeição Solidão, solidão... Aqui todos choram Aqui todos me rejeitam Aqui todos amam Crianças mortas Abrem-se as portas das trevas! Crianças mortas Pálidas como o luar Elas só podem chorar. Eu não sei Príncipe escuro da morte Com a faca da rejeição Você abriu em meu peito um corte E arrancou meu coração Eu vivo em rejeição Eu não mereço perdão Mas onde eu errei? Eu não sei A onde os cegos temem andar? O que de você devo esperar? Eu não sei Mas eu nunca errei Eu sou perfeito como a tristeza E eu mereço perdão Eu mereço a morte Na vida estou entregue a sorte Eu vivo em rejeição Você me negou até atenção Eu mereço perdão Eu sou perfeito como o nada Eu vivo lamentando o que não aconteceu Você até se esqueceu Príncipe escuro da rejeição Eu apodreço em solidão Eu vivo sem coração Eu não sei mais amar E da vida não posso nada esperar Eu não sei Onde errei E minha tristeza ofereço a você Que a muito em faz sofrer. A Cachoeira Correm sinistramente as águas... (É que um grito, Em fúria sufocado, ecoa nas florestas) Vão rolando em cachães, perigosas e lestas, A espaços embatendo em blocos de granito. Rasgando-se através de ríspidas arestas, Num ímpeto se atira o torvelinho aflito, E, na pertubação da altura e do conflito, Tomba, roda espumando em contorçães funestas. Recurvando na queda o seu dorso de prata, Aos dardejos do sol reluz a catarata, Em pulverizaçães rutilantes envolta. E, do fundo do abismo, a trovejar se escuta, Galgando o precipício, em convulsões, revolta, A orquestração brutal da Natureza em luta! A estrela Vespertina Quando, no ocaso, o derradeiro alento Do sol se esvai, em luto sepultado, E a divina tristeza o firmamento Invade, - a alma se entrega ao sonho alado... Tentamos desvendar, nesse momento, Ao ver da estrela o brilho imaculado, Com as antenas sutis do sentimento O segredo do espaço inalcançado. Mas é um sonho falaz!... E os verdes ramos De uma velha esperança amortalhamos: A estrela envia o seu luzir aflito, E, trêmula, parece-nos dizer Que ela também não pode compreender O mistério insondável do infinito... Místico anoitecer Negras e tristes, vão-se as nuvens estirando Em luto pelo céu, no instante funerário, Salpicadas de sangue e ouro, que expira em seu calvário. Solene e acolhedor, austeramente brando, Assemelha-se a um templo o infinito cenário: Vão se acendendo, a altura espiritualizando, Serenas, de uma em uma, as velas do sacrário. Tudo é silêncio e paz, tudo é recolhimento... Fulge, envolta em mistério, a cruz imaculada, Simbolizando a fé, no altar do firmamento. É então que a lua surge, alva, pura... e parece Que para receber aquela hóstia sagrada Se concentra, devota, a Natureza em prece... O vulcão Eleva-se à distância a audácia de seu porte E em torno a solidão o espreita, como escrava. Sobem nuvens, do topo, onde a boca se cava; Súbito, eis que um tremor abala o contraforte E rasga o solo agreste em retorcido corte. Rompe a erupção: Alçando a crista rubra e flava, A cratera vomita a destruição e a morte! E o que a Terra, brutal, nas convulsões estranhas De um século gerou, - como um parto enorme, A catástrofe arranca ao fundo das entranhas! ...E à noite, enquanto exausta a Natureza dorme, sobre a desolação funérea das montanhas parece a lua o aborto ensangüentado e informe! Sempre vinho na veia

- Postado por: _Bi_Girl_Nirvanizada_ às 15h15
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O ETERNO

O sombrio olhar me observa, me penetra,
Algo me atrai ao oculto do mundo, as trevas,
Tudo se dirige ao nada, ao alem de mim,
Um quarto vazio me espera, me aguarda,
Que lugar frio, mofado, empoeirado,
É muito melancólico, mas ocasiona uma mórbida alegria,
Odeio baratas, odeio ratos, mas são belos os lençóis,
Cálices, castiçais, candelabros, já foi um belo lugar,
Sobrou o pó, os ratos, fantasmas e vampiros,
Vampiros? Vampiras, belas e sedutoras,
Ou será morcegos, fêmeas e fedorentas?
Do que me emporta? Estou aqui agora, estava,
Mas a saída é bela e magnífica, uma linda e cheia lua,
Arvores, cavalos, cavaleiros, e donzelas em perigo,
O mundo em perigo, mas eu estou a salvo, protegido,
O mal do mundo não me assusta, e meu mal não assusta o mundo,
Que vantagens tenho? Nenhuma...
Apenas caminho por lugares escuros a procura de nada,
O alimento de cada dia, de cada noite, de cada vida,
Perpertuando a espécie já esquecida, esquecimento?
... A melhor arma...

 

Gostaria de primeiro dizer que não estou nada bem, e sei que esse

tempo será a fase da minha vida que mais mudara, e sei que algumas

 coisas me deixaram as marcas para sempre, e infelizmente não poderei

continuar mais com o blog, coisa que é completamente importante pra mim,

pois meu blog, ou melhor, tudo que envolve ele, deste o tempo que passo para

escolher os poemas, as imagens, e principalmente ler e responder todos os

comentários, isto me preenche um tempo que antes era vazio, faço dele um

mundo que é como um lugar que vou para fugir da realidade dessa vida

podre, vou fazer o impossível para tudo não ter que terminar assim, mesmo

sabendo que já perdi o controle da situação.Sinceramente não sei o porque as

pessoas gostam de me machucar tanto assim, e o que mais me dói é que se estou

assim, não é pelo meu namorado ou uma briga com os amigos, pois, estes ainda

estão comigo.Mais sim alguém que me segurou no colo, me beijou e me abraçou

pela ela primeira vez e passou daquele momento o dedicar sua vida para me

poder ver crescer, me conheceu quando ainda nem eu mesmo sabia quem eu era,

soube de todos meus erros e deixou com que eu errasse acho que só para poder

dizer depois "Eu disse! Porque não ouviu!?" E eu mais uma vez tinha que admitir que

não enganava ela nem um pouco, e que sempre ela seria alguém muito mais esperta

que eu .É, mais agora e a cada dia mais, isso mudou, esse alguém passa sua vida a me

fazer chorar, sofrer, sem na verdade eu ao menos ter errado, e ao menos saber o porque

.Vou ser sincera nunca me senti tão mal, tão angustiada, sem ter para onde correr,

sabe, não consigo conter minhas lagrimas e meu sofrimento.É só, pois, não estou nada

bem para poder fazer um final que tenha sentido no que escrevo aqui.

E espero que esse não seja meu ultimo post, vou continuar com meu blog até aonde puder,

 mais acaso se não postar mais, façam dessas palavras minha ultimas palavras, não vou dizer Adeus mais sim Até Logo...

 



- Postado por: _Bi_Girl_Nirvanizada_ às 15h09
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Star_Black

 Esta música do green day me lembra aminha prima

que estou com muitas saudades dela.

Wake Me Up When September Ends (tradução)

Green Day

Composição: Billie Joe

O verão veio e se foi
O inocente nunca sobrevive
Me acorde quando setembro acabar

Como o meu pai que veio para ir embora
Sete anos passaram tão rápido
Me acorde quando setembro acabar

Aí vem a chuva novamente
Caíndo das estrelas

Embebida na minha dor de novo
Tornando-se quem nós somos

Como as minhas lembranças descansam
Sem nunca esquecer o que eu perdi

Me acorde quando setembro acabar

O verão veio e se foi
O inocente nunca sobrevive
Me acorde quando setembro acabar

Toque os sinos novamente
Como nós fizemos quando a primavera começou

Me acorde quando setembro acabar

Aí vem a chuva novamente
Caíndo das estrelas

Embebida na minha dor de novo
Tornando-se quem nós somos

Como as minhas lembranças descansam
Sem nunca esquecer o que eu perdi

Me acorde quando setembro acabar

O verão veio e se foi, o inocente nunca sobrevive
Me acorde quando setembro acabar
Como meu pai veio para ir embora, vinte anos passaram tão
rápido

Me acorde quando setembro acabar (3x)

Saudades da minha prima Jú!!!!!!

 

Wake Me Up When September Ends

Green Day

Composição: Billie Joe

Summer has come and passed
The innocent can never last
wake me up when september ends

like my fathers come to pass
seven years has gone so fast
wake me up when september ends

here comes the rain again
falling from the stars
drenched in my pain again
becoming who we are

as my memory rests
but never forgets what I lost
wake me up when september ends

summer has come and passed
the innocent can never last
wake me up when september ends

ring out the bells again
like we did when spring began
wake me up when september ends

here comes the rain again
falling from the stars
drenched in my pain again
becoming who we are

as my memory rests
but never forgets what I lost
wake me up when september ends

Summer has come and passed
The innocent can never last
wake me up when september ends

Like my fathers come to pass
Twenty years has gone so fast
wake me up when september ends
wake me up when september ends
wake me up when september ends



- Postado por: _Bi_Girl_Nirvanizada_ às 15h08
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- Postado por: _Bi_Girl_Nirvanizada_ às 15h05
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